Páscoa em Primeiro de Abril - Ressurreição ou Dia da Mentira?

Páscoa em Primeiro de Abril - Ressurreição ou Dia da Mentira?

A maioria dos filósofos atuais partem do principio de que milagres simplesmente não acontecem e isso torna a alegação da ressurreição impossível. Entretanto ao duvidar da ressurreição você fica com um problemão nas mãos ao tentar explicar os eventos que aconteceram no primeiro século - a saber: a cruz matou alguém, no túmulo não havia ninguém e dias depois as pessoas começaram a ver alguém.

Para que possamos ser honestos, eu convido você a deixar de lado seus preconceitos, sejam eles filosóficos, religiosos ou científicos. Deixe suas certezas de lado, e vamos ser honestos e analisar os fatos históricos, depois, ao final, você poderá tomar sua própria conclusão.

A cruz matou alguém

A crucificação não era novidade para os romanos. A prática de condenar criminosos a pena de morte e executa-los numa cruz era comum entre os romanos e muito útil para qualquer império que quisesse afirmar seu poder sobre os povos dominados. Não vamos ser inocentes, os romanos sabiam como matar uma pessoa. Mais do que isso, a pena, em caso de falha no processo de execução era de que os responsáveis pagassem com a própria vida.

As evidências históricas para a execução de Jesus são enormes. Começamos com o relato de algumas testemunhas oculares: “Os soldados levaram Jesus ao Gólgota… ele estava com sede e os soldados ofereceram vinho para aliviar a dor, mas ele não aceitou. Então o pregaram na cruz… era aproximadamente nove horas da manhã. Outros dois criminosos foram crucificados com ele, um a direita, outro a esquerda… pouco tempo depois das três da tarde ele juntou as poucas forças que tinha, deu um grito de dor e deu seu último suspiro. O capitão da guarda certificou-se de que ele já não respirava mais” - relatos colhidos por Marcos / tradução do grego para o inglês de Eugene Peterson. tradução do inglês para o português feita por mim.

Entre 20 e 30 anos depois deste evento, Paulo, em sua carta a Filipos, uma colonia romana nas montanhas do norte da Grécia escreve “Jesus não exigiu privilégios especiais, mas viveu uma vida abnegada e obediente, tendo também uma morte abnegada e obediente - e da pior forma: crucificação”. [1]

Estes são dois relatos de cartas escritas, enquanto as testemunhas oculares ainda estavam vivas e poderiam ser consultadas, mas não são os únicos. Há diversos relatos em outros documentos de historiadores do mundo antigo como Talo, Joséfo, Tácito, Plínio, Mara bar Serapion e Luciano de Samosata.

A morte de Jesus não é apenas afirmada por historiadores antigos, mas para a esmagadora maioria da academia contemporânea, é indiscutível que Jesus realmente morreu.

“O fato de que Jesus foi crucificado e morto é tão certo quanto qualquer outro evento histórico” - escrito pelo historiador do novo testamento e ateu, John Dominic Crossan, Jesus: A revolutionary Biography

“Um dos fatos históricos mais bem documentados e verdadeiro é que Jesus foi crucificado por ordem do prefeito da Judéia, Pilatos” - escrito por outro historiador do novo testamento e ateu, Bart Ehrman - The New Testament - An Historical Introduction

“Claramente, o peso para as evidências históricas e médicas indicam que Jesus já estava morto antes mesmo de ser perfurado por uma lança… interpretações de que Jesus não morreu na cruz vão contra tudo que se conhece por medicina hoje em dia” - William D. Edwards, ‘On The Physical Death of Jesus Christ” - Jornal da Associação Americana de Medicina, 1986, 255(11):1455-1463 - Tradução livre [2]

No túmulo não havia ninguém

O Cristianismo nasceu após a morte de Jesus. O movimento que até a sua morte era quase que totalmente formado por Judeus cresceu exponencialmente após os eventos daquela páscoa, e contra todas as probabilidades em apenas três séculos tomou conta do império romano. Talvez o maior responsável por esta “tomada de Roma” foi Paulo. Ele tomou nos próprios ombros a missão de levar a mensagem de Jesus aos não Judeus e estrategicamente ele planta uma igreja em Corinto, muito provavelmente ainda na primeira década.

Se você precisasse transportar mercadorias até Roma de qualquer lugar do Oriente, voce provavelmente passaria pela Grécia, pelo gargalo de Corinto/Cencreia. Corinto fervilhava de mercadorias e marinheiros. Tudo que acontecia em Corinto, em breve, estaria sendo falado por todo o império.

Aproximadamente vinte anos após os fatos que se passaram naquela Páscoa em Jerusalém, Paulo, escreve uma carta a igreja em Corinto e diz: “A primeira coisa que fiz foi apresentar a vocês a Mensagem: o Messias morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e se levantou no terceiro dia… Se Cristo não ressuscitou, tudo que ensinamos a vocês está errado, e vocês investiram a vida em uma ilusão. Se Cristo não está vivo, então eu sou culpado e mentiroso e tudo que os apresentei não passa de engano. Se Cristo não ressuscitou, e tudo que temos dEle são ensinamentos para alguns poucos anos de vida, coitados de nós” I Corintios 15

Eu fiz questão de citar Paulo, para que nós tenhamos noção de quão central para o cristianismo era a mensagem da ressurreição. Seria literalmente impossível começar uma religião fundamentada na idéia de que um homem ressuscitou dos mortos, se o corpo dele ainda estivesse no túmulo.

Vale lembrar que Jesus foi perseguido, condenado injustamente e morto por ambos Judeus e Romanos, os dois principais poderes da época. Estes poderes, ao perceberem que os discípulos de Jesus começaram a gritar aos quatro cantos que ele havia ressuscitado, poderiam facilmente ir até o túmulo e mostrar o corpo. Mas não, o que eles fazem é “convocaram uma reunião com os líderes e elaboraram um plano. Subornaram os guardas com uma grande soma de dinheiro para que dissessem: Os discípulos de Jesus vieram de noite e roubaram o corpo enquanto estávamos dormindo… essa versão, forjada no Concílio judaico, ainda está em circulação” - relato de Mateus 28.

A história contada pelos discípulos tem um outro “problema”. Segundo todos os relatos que nós temos acesso, as primeiras testemunhas do túmulo vazio, foram mulheres, que não eram aceitas como testemunhas críveis naquela época. Este detalhe no mínimo enfraqueceria a credibilidade do relato, e se o túmulo vazio fosse uma lenda, então com certeza, os discípulos homens seriam relatados como aqueles que descobriram a cena. [3]

Nos últimos dois séculos foi levantada a hipótese de que Jesus não havia sido colocado no túmulo, mas que todos os criminosos crucificados eram enterrados em uma vala comum. Bem, isso até 1968, quando os restos mortais de Jehohanan foram encontrados. O que a principio foi tido como forte argumento contra a ressurreição, com alguns dizendo que “Jesus havia sido encontrado”, logo se tornou mais uma das evidências a favor da ressurreição, pois o fato de que um homem morto por crucificação na Jerusalem do primeiro século foi sepultado, confirma o relato de que Jesus também foi sepultado. [4]

As pessoas começaram a ver alguém

Paulo, em sua famosa carta a igreja em Corinto, cita um poema/credo que ele diz ter recebido e passado aos Corintos. Para entender melhor a força de um Poema ou Credo no primeiro século, basta você pensar como nós ensinamos nossas crianças a decorar algo. Há músicas para decorar o alfabeto, as vogais, a tabuada, os livros da bíblia. Os professores dos famosos “terceirões” usam e abusam de mnemônicas para ajudar os alunos a memorizar fórmulas matemáticas. Em uma época onde o acesso a formas de anotações físicas era infinitamente inferior ao que temos hoje, era comum que músicas e poemas fossem utilizados para passar conhecimento adiante.

Sendo assim, Paulo, escrevendo aos Corintios diz: “A primeira coisa que fiz foi apresentar a vocês a Mensagem que recebi: O Messias morreu pelos nossos pecados… foi sepultado e se levantou da morte no terceiro dia… Falei a vocês que ele apareceu vivo a Pedro, depois aos seus seguidores mais próximos e mais tarde a mais de quinhentos seguidores ao mesmo tempo - muitos deles estão por aí ainda, depois, ele passou um tempo com Tiago e com o restante dos que chamou, e finalmente, apareceu vivo a mim.” I Corintios 15

Paulo não apenas fala do credo, mas ele dá o “nome aos bois”. Como escrito acima, era perfeitamente possível para alguém de Corinto ir até Jerusalém e checar os fatos por si mesmo. E é isso que Paulo convida as pessoas a fazerem. Ele recita o poema com os três pontos principais, morte, sepultamento e ressurreição, mas ele não para aí. Ele relata quem foram as testemunhas, como aconteceu e ainda cita que muitas delas ainda estão vivas, isto é, você poderia ir lá falar com elas.

Agora vejamos a lista de testemunhas. Ela começa com Pedro, depois os seguidores mais próximos e outros quinhentos seguidores. Qualquer cético pode argumentar que estas pessoas tinham “motivos” para contar a história de que viram Jesus. Mas o que chama atenção de um ponto de vista histórico não é o que elas falam, mas como elas agem. Os relatos dos evangelhos são embaraçosos para qualquer um dos discípulos. Em qualquer página dos evangelhos é possível encontrar os discípulos discutindo qual deles era o melhor em algo, não conseguindo realizar milagres, duvidando de Jesus, correndo com medo dos soldados romanos e por aí vai. Até que Jesus morre, e eles ao invés de agirem como sempre agiram, com medo, de fugirem, se esconderem, esquecerem tudo, afinal o líder deles havia sido executado em praça pública, literalmente, decidem se levantar e continuar levando a mensagem, que, nunca deve ser esquecida, não era uma mensagem de conquista territorial ou de escalada ao poder, mas uma mensagem de servidão e cuidado dos pobres e das viúvas. Estes doze homens, e muitos outros, foram ameaçados, presos, surrados e finalmente mortos por um simples motivo: eles falavam que Jesus havia ressuscitado.

Se isso não fosse suficiente, a lista conta com um cético e um inimigo dos cristãos.

Tiago, irmão de Jesus, nunca seguiu Jesus em vida. Alguns relatos das testemunhas dizem que Tiago e os outros irmãos inclusive provocavam Jesus para que ele fosse para Jerusalém e utilizasse seus poderes para subir ao poder ao invés de ficar andando com pescadores na Galiléia, “Seus irmãos disseram: ‘Por que voce não vai para a festa, para que seus discípulos possam ver as obras que você faz? Quem quer ser conhecido não pode ficar escondido num canto. Se voce leva a sério o que faz, mostre-se ao mundo’. Seus irmãos o pressionavam porque não criam nele.” - João 7

Segundo Paulo, Jesus apareceu para Tiago, após a sua morte, e segundo o mesmo Paulo, em sua carta a igreja na Galácia, quando Paulo foi a Jerusalém para visitar os líderes da igreja, Tiago era um deles! Lucas, em seu relato sobre os atos dos apóstolos após a ressurreição de Jesus, fala que, anos mais tarde, quando ele e Paulo foram a Jerusalém para outra visita, lá estava Tiago de novo, trabalhando como líder da igreja. Não apenas isso, mas segundo o historiador Joséfo, esse mesmo Tiago, cético durante os anos que viveu próximo a Jesus, foi condenado ao apedrejamento em Jerusalém, e morreu como um mártir. Tudo isso porque ele viu seu irmão ressurreto.

Ultimo na lista, mas não menos importante, está Paulo. Paulo cresceu numa cidade pagã, cujos habitantes induziam os judeus a se desapegar de suas tradições e a viver como o restante dos povos. A familia de Paulo resistiu a essa pressão. Eles nem ao mesmo se sentavam à mesa com os não judeus e enviaram seu filho para Jerusalém, a fim de ser educado numa “faculdade judaica”, ainda não contaminada por idéias mundanas.

No mesmo relato de Lucas citado acima mas algumas páginas (e anos) antes ele conta sobre a perseguição aos cristãos em Jerusalém “Gritando e vaiando a multidão arremeteu contra Estevão, como um estouro de boiada. Arrastaram-no para fora da cidade e o apedrejaram. Os líderes pediram a um jovem chamado Paulo que tomasse conta das roupas dele… Paulo mostrou-se muito cruel, devastando a igreja, invadindo as casas, levando homens e mulheres para a cadeia. Forçando os seguidores de Jesus a deixarem os seus lares e viverem como refugiados. Durante todo esse tempo, Paulo promovia uma perseguição incansável aos discípulos, ansioso por exterminá-los.” Atos 8 e 9

Esse mesmo Paulo, após, segundo seu próprio testemunho, ter encontrado Jesus vivo, larga tudo aquilo que ele havia investido sua vida inteira para conquistar e se junta ao grupo que ele estava perseguindo “Paulo passou alguns dias com os discípulos em Damasco, mas logo pôs mãos a obra, sem perda de tempo, pregando nas sinagogas que Jesus era o Filho de Deus” Atos 9

Paulo dá apenas uma explicação para essa mudança radical em sua vida: Ele apareceu pra mim!

Então é isso que temos em mãos. Os fatos históricos que temos é de que Jesus foi morto e então foi sepultado na sexta a noite. Seu túmulo estava vazio no domingo pela manhã e centenas de pessoas, na mesma cidade que estes eventos aconteceram, começaram a falar que viram ele, comeram com ele, conversaram com ele. Não foi uma aparição sobrenatural. O relato deles é de que eles viram, conversaram, beberam e comeram com o próprio Jesus em carne e osso. Não apenas isso, mas houve uma mudança radical no comportamento destas pessoas, ao ponto de em sua maioria, elas preferirem ser mortas do que negar a história que contavam.

Então, quais explicações nós podemos dar?

1) Ele não estava morto

Essa explicação não é levada muito a sério na academia, mas vale a pena citá-la. A idéia é de que os romanos falharam ao tentar matar Jesus, e ele foi colocado no túmulo ainda vivo. Essa teoria começa a enfraquecer quando nós pensamos que um homem de 30 anos, após ser torturado por uma noite inteira, passar mais de 30 horas sem comer, ficar pendurado numa cruz com braços e pés pregados e o furo de uma lança que rasgou um de seus pulmões sobreviveu. Mas não apenas sobreviveu, ele sobreviveu, abriu o túmulo pelo lado de dentro, despistou vários soldados romanos (seja com violência ou sendo muito silencioso) e apareceu para seus discípulos.

Mesmo que tudo isso fosse possível, ninguém diria que ele havia ressuscitado. Os discípulos iriam ajudá-lo e medicá-lo, não se ajoelhar e chamá-lo de Deus.

2) Os discípulos roubaram o corpo

Veja, grandes mentirosos não são grandes mártires. As pessoas normalmente não morrem por aquilo que elas sabem que é mentira.

O argumento mais comum que eu ouço quando este tópico aparece é de que religiosos fanáticos podem pegar aviões e explodir prédios cheios de pessoas. Mas me permita deixar algo bem claro: Estas pessoas não são mártires, são assassinos. As testemunhas de Jesus ressuscitado foram mortas por aquilo que acreditavam, elas não mataram ninguém.

Se eles roubaram o corpo, eles sabiam que a história da ressurreição era mentira e não há na história nenhum outro evento, onde um número tão grande de pessoas, sabendo que algo fosse mentira, aceitassem morrer por essa mentira. Veja, não estou falando de alguém que “acredita” que Jesus ressuscitou. Estes homens e mulheres sabiam se a história que eles contavam era verdade ou não.

3) Alucinação em massa

Essa teoria sugere que as pessoas queriam tanto que fosse verdade que Jesus ressuscitou que elas começaram a vê-lo e acreditar piamente nisso. O problema maior dessa teoria, é que, embora seja até comum você conversar com esposas que dizem ter visto o falecido marido, ou com pais que viram os filhos que perderam para a morte, este não é o mesmo tipo de relato que temos sobre os eventos que aconteceram após a morte de Jesus.

Em um dos relatos, Jesus aparece entre os discípulos, come e bebe com eles. Estas são evidências físicas de que algo aconteceu. Fora apenas uma visão, fica a pergunta: onde foi parar o pão que estava na mesa e quem secou o copo de água? No final do seu relato, João conta que um dia quando eles voltavam da pesca, Jesus estava na beira da praia assando peixe e esperando eles para a refeição. Isso é algo físico não metafórico ou sobrenatural.

Fora isso, não há nenhuma evidência cientifica ou relato histórico da possibilidade de alucinações em massa. Mesmo no caso de contaminação de um grupo de pessoas, seja por drogas ou por doença, as alucinações são individuais e não coletivas.

4) Jesus ressuscitou dos mortos.

Se você ainda não acredita, eu entendo. É realmente difícil mudar de opinião do dia pra noite. Duvidar é normal - eu diria que até bom. Mas, em algum momento, você terá que apresentar, nem que seja apenas para voce mesmo, uma explicação para essa mudança radical de opinião na mente destas pessoas do primeiro século, para as centenas de testemunhas oculares e para os outros inúmeros detalhes dos fatos históricos aqui relatados.

Como Pascal escreveu, “Eu acredito naquelas testemunhas cujo pescoço é cortado”. Quase todos os apóstolos e os primeiros líderes cristãos morreram por sua fé, e é difícil acreditar que este tipo de auto-sacrifício foi feito apenas para suportar um boato.

A ciência não pode provar que milagres não acontecem, assim como a ciência não pode provar ou medir muitas outras coisas. Não há como cientificamente provar que algo é bom ou ruim, ou que um por do sol é feio ou bonito, ou que uma composição de Mozart é bela. A ciência não pode provar a matemática por exemplo, pelo contrário, ela pressupõe a matemática.

Abraçar o mundo de um ponto de vista apenas natural é abrir mão de quem nós somos. Naturalmente e cientificamente não é possível nem provarmos o passado ou nossas memórias.

Paulo, Jesus e tantos autores que escreveram estes relatos não nos convidam para que que tenhamos uma “fé cega”. Fosse assim, eles teriam escrito apenas uma frase: “Jesus é Deus, dobre seus joelhos” - ou então eles não teriam se preocupado em citar tantas testemunhas pelo nome (como Lucas faz por exemplo), ou ainda citarem datas, eventos, nome de prefeitos, reis, líderes religiosos. Não, o convite deles não é para uma fé cega ou um salto no escuro.

João termina seu relato dizendo: “Há muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas fossem escritas, cada uma delas, uma por uma, não consigo imaginar um mundo grande o bastante para caber tamanha biblioteca. Mas eu, discípulo e testemunha ocular de todas as coisas, escrevi estas aqui, para que vocês saibam que o relato é confiável e preciso.” João 21

Lucas, no começo de seu livro escreve: “Várias pessoas se deram ao trabalho de relatar por escrito os fatos extraordinários que se passaram entre nós. Elas basearam seus relatos em testemunha oculares que dedicaram a própria vida a esta mensagem. Eu investiguei cuidadosamente esses relatos, inteirando-me da história desde o principio e decidi escrever tudo para que não haja nenhuma dúvida a respeito da confiabilidade de tudo que vocês ouviram” Lucas 1

O convite é de que você tome uma atitude de confiança, baseada em evidências, Jesus disse “esqueçam um momento o que eu disse a meu respeito e considerem a simples evidência das ações que estão diante dos seus olhos. Talvez assim as coisas se esclareçam.”. Joao 10


Fontes:

[1] Não convém discutirmos aqui a reliabilidade das cartas do que hoje chamamos Novo Testamento enquanto documentos históricos, eu devo voltar ao assunto no futuro, mas para aqueles que desejam se aprofundar no assunto eu recomendo o livro, em inglês, Jesus and the Eyewitnesses de Richard Bauckham

[2] https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/403315

[3] http://fellipebrito.com/pt/as-primeiras-testemunhas/

[4] https://en.wikipedia.org/wiki/Jehohanan

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